Miniaturas
No livro a “poética do espaço” de Bachelard, um capitulo inteiro fala sobre miniaturas literárias e como elas em forma de sonho encantam e enfeitiçam os leitores. Os escritores dos contos infantis passam horas arquitetando mundos grandes em pequenos e às vezes, nem mesmo as proporções geométricas fazem sentidos se pensarmos com objetivismo.
No filme, “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”, há cenas em que remete-nos também à importância da miniaturialização e todo o contexto de entendimento em torno dela.
A publicidade divide de todo este encantamento com os escritores, dentro de seus comerciais e anúncios. Há uma gama infinita de pequenas criaturas e minúsculos mundos que entram em nosso contexto a fim de entreter e convencer o consumidor a aderir uma idéia, ou comprar um produto.
As miniaturas como representação utópica da vida e a publicidade como efeito
especial das necessidades, criam mundos de fantasia e permitem a vivência do sonho dentro do sonho.
No filme, “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”, há cenas em que remete-nos também à importância da miniaturialização e todo o contexto de entendimento em torno dela.
A publicidade divide de todo este encantamento com os escritores, dentro de seus comerciais e anúncios. Há uma gama infinita de pequenas criaturas e minúsculos mundos que entram em nosso contexto a fim de entreter e convencer o consumidor a aderir uma idéia, ou comprar um produto.
As miniaturas como representação utópica da vida e a publicidade como efeito
especial das necessidades, criam mundos de fantasia e permitem a vivência do sonho dentro do sonho.
